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ACISC comemora o Dia Internacional da Mulher

 
07/03/2013
 

A ACISC (Associação Comercial e Industrial de São Carlos), através de sua Diretoria Executiva e de seus colaboradores, parabeniza todas as são-carlenses pelo Dia Internacional da Mulher, comemorado em 08 de março.

O presidente da entidade, Alfredo Maffei Neto, faz questão de dar um cumprimento especial às mulheres empreendedoras, que tanto contribuem para o fortalecimento do comércio de nossa cidade. "Fico muito feliz ao falar sobre o potencial dessas mulheres, cada vez mais atuantes em todos os segmentos da economia. Também aproveito a oportunidade e parabenizo a empresária Lilian Andrioli, da Gráfica Guillen e Andrioli, que recentemente foi finalista do Prêmio Sebrae - Mulher de Negócios. Sem dúvida, trata-se de mais um exemplo de sucesso, garra e determinação", enumera.

Neto também destaca o apoio permanentemente da ACISC às ações do CME (Conselho da Mulher Empreendedora) de São Carlos. "Temos uma enorme satisfação em contribuir com o grupo, que durante todo o ano realiza palestras, cursos, workshops e eventos beneficentes. Dentre as atividades do Mês da Mulher, por exemplo, o CME promoverá uma palestra com dicas de negócios para as mulheres. Será no dia 12, às 19 horas, na Sede da ACISC. Todas estão convidadas", lembra.

Por fim, Alfredo Maffei Neto apresenta um estudo do Sebrae que confirma o avanço do empreendedorismo feminino. "Com dados da Pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor), que ouviu 10 mil pessoas em 2012, o levantamento mostra que a taxa de empreendedorismo por oportunidade das mulheres subiu de 39% em 2002 para cerca de 65% no ano passado. Isso significa que menos mulheres têm aberto um negócio por necessidade, como em caso de desemprego, e que aumentou a motivação por empreendedorismo. Certamente, mais uma prova dos avanços da categoria, processo que tende a aumentar ainda mais a cada ano", finaliza o presidente da ACISC.



Alfredo Maffei Neto (presidente da ACISC) destaca avanço das mulheres no empreendedorismo

Conheça a história do 8 de março

No dia 8 de março de 1857, operárias de uma fábrica de tecidos, situada na cidade norte americana de Nova York, fizeram uma grande greve. Ocuparam a fábrica e começaram a reivindicar melhores condições de trabalho, tais como, redução na carga diária de trabalho para dez horas (as fábricas exigiam 16 horas de trabalho diário), equiparação de salários com os homens (as mulheres chegavam a receber até um terço do salário de um homem, para executar o mesmo tipo de trabalho) e tratamento digno dentro do ambiente de trabalho.

A manifestação foi reprimida com total violência. As mulheres foram trancadas dentro da fábrica, que foi incendiada. Aproximadamente 130 tecelãs morreram carbonizadas, nesse ato totalmente desumano.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o "Dia Internacional da Mulher", em homenagem às mulheres que morreram na fábrica em 1857. No ano de 1975, através de um decreto, a data foi oficializada pela ONU (Organização das Nações Unidas).

Ao ser criada esta data, não se pretendia apenas comemorar. Na maioria dos países, realizam-se conferências, debates e reuniões, visando discutir o papel da mulher na sociedade atual. O esforço é para tentar diminuir e, quem sabe um dia terminar, com o preconceito e a desvalorização da mulher. Mesmo com todos os avanços, elas ainda sofrem, em muitos locais, com salários baixos, violência masculina, jornada excessiva de trabalho e desvantagens na carreira profissional. Muito foi conquistado, mas muito ainda há para ser modificado nesta história.

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