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Mesa farta para comemorar um bom Natal

 
28/10/2010
 

Não havia como ser de outra forma. A queda do desemprego no país, o crescimento da massa salarial, o volume do 13º salário este ano, o recorde do nível de confiança do consumidor, enfim, o bom desempenho da economia em geral do Brasil só poderiam resultar em um dos melhores Natais dos últimos tempos.

Análises da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e da Associação Brasileira de Supermercados (Abras) preveem que as vendas cresçam 12% no período em relação às festas de 2009.

Comparadas a outras previsões em setores específicos, contudo, esse crescimento pode parecer tímido. A rede de supermercados Extra, por exemplo, aposta que a comercialização de aparelhos de televisão cresça 25% no Natal ao relação ao ano passado.

Isso mesmo depois de muitos consumidores já terem adquirido a sua para assistir a Copa do Mundo. O americano Walmart prevê expansão de 50% na comercialização de computadores.

Esse item, aliás, ganha cada vez mais importância para os consumidores. E os notebooks parecem estar em primeiro lugar na lista dos pedidos ao Papai Noel. Mesmo aqueles que compram um computador pessoal pela primeira vez, iniciando-se no mundo da informática, tem optado pelos pequenos portáteis.

É o segmento que mais cresce em vendas, muito porque atualmente seu custo/benefício é bastante atraente. Em equipamentos para a casa, os eletroportáteis, como ventiladores, batedeiras, liquidificadores ou bebedouros devem registrar a maior procura dos consumidores.

Em geral, os fabricantes de eletrodomésticos vem se armando para enfrentar a alta das vendas.

A Mallory acaba de inaugurar mais uma fábrica em Maranguape, no Ceará. A Latina também abriu uma unidade no mês passado em São Carlos, no estado de São Paulo.

Mesmo quem não consegue crescer fisicamente aumenta a produção com novos turnos, horas extras ou a contratação de trabalhadores temporários.

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