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Martinelli discursa em cerimônia da Câmara

 
14/07/2006
 

AUTORIDADES PRESENTES (...)
MEU CARO MINORU SATO, MUI DIGNO COMERCIANTE DO ANO;
MINHA CARA WILMA DOS SANTOS, MUI DIGNA COMERCIANTE HOMENAGEADA;
COMPANHEIROS E COMPANHEIRAS EMPREENDEDORES;
SENHORES E SENHORAS;

Nossa categoria está em festa!

A HISTÓRIA CONTA QUE, e m 1811, enquanto a Bahia ainda se reerguia da crise gerada pela saída da capital da Colônia para o Rio de Janeiro, 48 anos antes, o Governador desta Capitania, D. Marcos de Noronha e Barro, oitavo Conde dos Arcos, recebia a autorização para construir a sede da Praça do Comércio e em 1816 a entregava pronta. Nascia assim, Há 190 anos, a primeira organização comercial baseada na livre iniciativa no país.

Por aqui, os comerciantes celebram neste ano os 75 anos de fundação da sua associação. Associação que já teve como presidentes figuras de destaque, como os Srs. Àlvaro Giongo, Walter Barros, Paulo Roberto Gullo e Cláudio Vismara. Para os homenageados, será uma dupla comemoração.  Afinal, são reconhecidos pela nossa comunidade, através dos representantes do povo, como os merecedores de importantes distinções.

Já nos demos conta do que é ser destacado em um mercado como o nosso? Vamos ver o que diz a fundação SEADE sobre o nosso comércio:

"O setor terciário (comércio e serviços) tem expressão regional, absorvendo amplo contingente de trabalhadores, e é fortemente alavancado pelo dinamismo do setor industrial, pelas universidades e centros de pesquisa instalados. Além de um shopping amplo e moderno, São Carlos possui cinco centros comerciais e cerca de 3.700 estabelecimentos comerciais. Por sua vez, o funcionamento de 24 agências bancárias, 21 hotéis, 16 agências de viagem, sete locadoras de veículos e 18 auditórios/anfiteatros. São indicativos da importância desses segmentos empresariais, além de uma forte vocação para o desenvolvimento das atividades voltadas para diversas modalidades de turismo (2004)".

Receber o reconhecimento da nossa comunidade não é pouca coisa...

Tomo emprestado a palavra do então presidente da Confederação das Associações Comerciais do Brasil, Luiz Otávio:

"O momento em que vivemos agora é significativo exatamente porque aqui nos reencontramos como construtores de um novo Brasil, e não apenas tocadores de nossos negócios particulares; aqui elevamos o conceito de iniciativa privada à prática de ação cidadã em seu mais alto nível."

A sociedade civil organizada já demonstrou, a exemplo das 1.500.000 assinaturas recolhidas pelo Movimento "de olho no imposto" que é capaz de se mobilizar para mostrar o caminho aos seus dirigentes. Por falar neste movimento, deixo aqui a mensagem do presidente licenciado da nossa federação, Guilherme Afif Domingos, para quem "...não há governo ruim para povo organizado".

Todas essas pessoas irão manifestar as qualidades do Comerciante do Ano, amigo Minoru Sato e da Sra. Wilma dos Santos.  Ele e ela, que não são nascidos nesta cidade, conquistaram a todos. Com atividades e condutas distintas e, por isso mesmo enaltecidas. Aliás, é a diversidade que é unidade quando se trata de desenvolver, de crescer economicamente, de inserir socialmente; nossa diversidade é unidade na cidadania. Contra toda a sorte de preconceitos, o comércio não apenas atende as necessidades da população, mas também discute no mais alto nível questões estratégicas como taxa de juro, taxa de câmbio, carga tributária, inserção social, inclusão digital. Todas essas questões são tratadas com a certeza cidadã de que as empresas de pequeno porte têm grandes responsabilidades e gigantescas oportunidades de transformação positiva do perfil de nosso País.

Como não somos alienados, registro aqui que a sociedade vem sendo agredida e se faz necessário a união dos homens e mulheres de bem para denunciar os desvios de conduta e cobrar daqueles que recolhem os nossos impostos, investimentos concretos no combate as mazelas que recheiam o noticiário a cada noite. Vamos nos espelhar no pequeno empreendimento e cultivar os valores que permitirão o progresso baseado na atividade digna. Ao destacarmos as figuras de Minoru Sato e Wilma dos Santos, estamos nos propondo a buscarmos juntos, empreendedores, governos e sociedade, soluções para os graves problemas do País e para a superação dos entraves ao desenvolvimento do Brasil; que só se resolve com trabalho e gestão responsável.

Ao salientarmos nosso próprio orgulho pela nossa história não queremos louvar a nós mesmos, mas buscamos aprofundar a consciência de nossa força, de nossa capacidade de realização.

Muito obrigado.

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