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Corredor viário gera polêmica inoportuna

 
22/07/2006
 

*Nota de esclarecimento - os ônibus continuariam na Avenida, o que se pretende seria a volta do estacionamento nesses dois quarteiroes, especificamente.

Os empresários localizados na Avenida São Carlos, no trecho compreendido entre as ruas Sete de Setembro e Padre Teixeira, solicitaram o acompanhamento da Acisc em uma reunião agendada por eles com a presidente da Câmara Municipal, vereadora Diana Cury. A reunião, aconteceu na manhão do dia 19 de julho e contou com a presença dos secretários municipais Leandro Wexel Severo e Ricardo Meirelles. Após as discussões preliminares, ficou encaminhado que a equipe técnica da prefeitura irá avaliar a sugestão dos empresários que, entre outras coisas, propõe extinguir o corredor viário exclusivo para ônibus naqueles dois quarteirões*.

Entretanto, a edição de hoje do Jornal Primeira Página (coluna Torpedos) gerou a seguinte polêmica: seria esta proposta "provinciana" e "ridícula"?

Para o presidente da Acisc, empresário Marcos Martinelli, o comentário publicado no jornal foi recebido com ressalvas. Pelos seguintes pontos: "... em primeiro lugar: a Acisc cumpre o seu papel ao acompanhar seus associados, apresentando suas reivindicações em elevado nível junto aos poderes constituídos. Segundo: os argumentos apresentados pelos empresários são razoáveis e pode ser sustentado por qualquer pessoa que se dispor a acompanhar o caso e, por essa razão, devem ser merecedores de crédito e respeito. A expressão ´ridícula´ não cabe nem à proposta nem às pessoas envolvidos naquela reunião. Terceiro: o colunista já realizou o seu pré-julgamento antes mesmo de uma análise mais profunda por parte das secretarias envolvidas, a quem cabe a avaliação técnica e que ainda irá se manifestar. Quarto: ao invés de aprofundar o conhecimento da proposta, ouvindo as diversas opiniões sobre o tema, optou o colunista por tentar desqualificar os proponentes, chamando-os de ´provincianos´."

"Faço um apelo para que nos poupem de ataques inoportunos. Os micro e pequenos empresários já sofrem de maneira heróica as consequências de uma política que impõe alta carga tributária, taxas de juros estratosféricas e crescimento econômico pífio. O que precisamos por porte dos homens públicos, e também da imprensa, é a compreensão de que as micro e pequenas empresas estão lutando desesperadamente pela sua sobrevivência em um ambiente desfavorável ao empreendedorismo. Merecem respeito pelo que fazem, pois geram de riquezas, impostos e salários. Merecem respeito as propostas que externam. Uma entidade como a Acisc, com 75 anos de história, vê com ressalvas os comentários feitos, não compreendendo os objetivos buscados ao tentar desqualificar nossa categoria".

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