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13 o. salário injetará 64 bilhões na economia, segundo o DIEESE

 
18/11/2007
 

Segundo o Instituto de Economia Gastão Vidigal, a primeira parcela do 13 o. salário deve ser destinada ao pagamento de dívidas. Segundo analistas ligados às associações comerciais o consumidor vem se esforçando para manter um bom cadastro junto ao comércio, especialmente às vésperas das compras natalinas. Já a segunda parcela do 13 o. salário deve ser dividida em duas partes: a primeira delas será destinada as compras de fim de ano e a segunda reservada para as despesas que acompanham o ano novo(IPVA, material escolar, etc.)

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Jornal Correio do Brasil publicou em 1/11/2007 

O 13º salário vai ampliar, em R$ 64 bilhões o volume de dinheiro na economia brasileira este ano. O valor é superior ao de 2006 e equivalente a 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo estimativa feita pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócioeconômicos (Dieese), divulgada nesta quinta-feira. Segundo o estudo, cerca de 64 milhões de brasileiros receberão o 13º salário. Este ano, a pesquisa passou a incluir também os aposentados e pensionistas da União e dos Estados.

Assim, para efeitos de comparação com 2006, devem ser comparados R$ 58 bilhões deste ano com R$ 53 bilhões injetados com o pagamento do 13º no ano passado, o que dá um crescimento de 9,4%. O valor médio nacional do 13º salário deve ser de R$ 919, sendo o maior pago em Brasília, R$ 1.947, e o menor no Maranhão, R$ 554 reais. A maior parcela dos recursos do 13º, 51%, deve ficar na região Sudeste. Em São Paulo, o 13º deve colocar na economia R$ 21 bilhões.

O 13º salário é a gratificação a que o servidor faz jus na proporção de 1/12 avos por mês ou fração acima de 15 dias de exercício durante o respectivo ano civil, correspondente ao valor da remuneração percebida em dezembro. Trata-se de direito garantido pelo art.7º da Constituição Federal de 1988. Consiste no pagamento de um salário extra ao trabalhador no final de cada ano.

Com a Lei nº. 4.090, de 13 de julho de 1962, foi imposta a todos os empregadores a obrigação de conceder aos seus empregados, no mês de dezembro de cada ano, uma gratificação salarial, independente da remuneração a que fizeram jus. Generalizou, assim, tornando compulsória a praxe adotada por algumas empresas de gratificar, ao ensejo das festas natalinas, os respectivos empregados.

Apesar do impacto sobre a economia resultante da nova obrigação legal, visto que, num curto tempo, dobrou as folhas de pagamento das empresas, criando-lhes dificuldade quanto ao capital de giro, obrigando-as, quase sempre, a empréstimos bancários e ocasionando aceleração do ritmo inflacionário no período imediatamente subseqüente, resolveu o Governo Castelo Branco, após longo debate, manter a referida obrigação, mas, para atenuar-lhe os efeitos na economia nacional, impôs seu parcelamento, mediante adiantamento entre os meses de fevereiro e novembro, de metade do salário.

Fonte: http://www.correiodobrasil.com.br/noticia.asp?c=128637

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